Abr282009
21:03:39
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Metamorfismo - Factores de metamorfismo
Metamorfismo: conjunto de adaptações mineralógicas e texturais que as rochas pré-existentes sofrem, quando sujeitas a condições de pressão e de temperatura diferentes das que presidiram à sua formação.
Factores de Metamorfismo:
Tensão
No interior da Terra as rochas estão sujeitas a dois tipos de tensão: a tensão litostática e a tensão não litostática.
Como o metamorfismo é um processo que ocorre na litosfera, as alterações a que uma rocha é sujeite ocorrem sob a influência da tensão litostática(igual em todas as direcções.) Essa tensão faz diminuir o volume da rocha durante a metamorfização. Nas rochas sujeites a um aumento progressivo da tensão litostática, os minerais tendem a ocupar menos espaço, pelo que os minerais metamórficos são mais densos.
A tensão diz-se não litostática quando as forças em actuação não são iguais em todas as direcções.

Fig. - Tensões não listostáticas ou tensões dirigidas
Temperatura
Pela acção do calor as ligações químicas que definem a estrutura cristalina dos minerais podem ser alteradas ou quebradas. À medida que a rocha se ajusta à temperatura a que foi submetida, os seus átomos e iões recristalizam segundo novos arranjos originando mineiras mais estávaies às novas condições.
Quando submetidas a temperaturas superiores a 200ºC, as rochas iniciam processos de metamorfismo. Contudo a níveis mais próximos da superfície da Terra podem também atingir temperaturas superiores a 200ºC, por exemplo, com o contacto de intrusões magmáticas.
Quando as rochas são submetidas a temperaturas de 800ºC, inicia-se a transição do metamorfismo para o magmatismo.

Fluidos
Os fluidos libertados por um magma podem transportar iões e a circulação desses iões no interior da rocha – circulação intra-rochosa – permite a troca de átomos e de iões entre as rochas e o fluido. Assim a rocha que se encontra em meteorização sofre uma alteração da sua composição química e mineralógica.
No decurso do próprio metamorfismo também se podem formar fluidos.
Tempo
A determinação do tempo de metamorfismo apoia-se em métodos de datação radioactiva e em critérios estratigráficos. Neste sentido, a duração do metamorfismo não pode ultrapassar o período compreendido entre a idade da formação mais antiga que o sofre e a da formação mais recente que já o não sofre ou que contém mineis ou rochas com esse metamorfismo. A importância do tempo no metamorfismo manifesta-se bem na influência que tem sobre a obtenção de equilíbrio nas reacções químicas. Somente a longa duração do processo de reorganização mineralógica torna possível que as reacções químicas se verifiquem de modo a obter associações de fases em equilíbrio, o caso frequente das rochas metamórficas.
Factores de Metamorfismo:
Tensão
No interior da Terra as rochas estão sujeitas a dois tipos de tensão: a tensão litostática e a tensão não litostática.
Como o metamorfismo é um processo que ocorre na litosfera, as alterações a que uma rocha é sujeite ocorrem sob a influência da tensão litostática(igual em todas as direcções.) Essa tensão faz diminuir o volume da rocha durante a metamorfização. Nas rochas sujeites a um aumento progressivo da tensão litostática, os minerais tendem a ocupar menos espaço, pelo que os minerais metamórficos são mais densos.
A tensão diz-se não litostática quando as forças em actuação não são iguais em todas as direcções.

Fig. - Tensões não listostáticas ou tensões dirigidas
Temperatura
Pela acção do calor as ligações químicas que definem a estrutura cristalina dos minerais podem ser alteradas ou quebradas. À medida que a rocha se ajusta à temperatura a que foi submetida, os seus átomos e iões recristalizam segundo novos arranjos originando mineiras mais estávaies às novas condições.
Quando submetidas a temperaturas superiores a 200ºC, as rochas iniciam processos de metamorfismo. Contudo a níveis mais próximos da superfície da Terra podem também atingir temperaturas superiores a 200ºC, por exemplo, com o contacto de intrusões magmáticas.
Quando as rochas são submetidas a temperaturas de 800ºC, inicia-se a transição do metamorfismo para o magmatismo.

Fluidos
Os fluidos libertados por um magma podem transportar iões e a circulação desses iões no interior da rocha – circulação intra-rochosa – permite a troca de átomos e de iões entre as rochas e o fluido. Assim a rocha que se encontra em meteorização sofre uma alteração da sua composição química e mineralógica.
No decurso do próprio metamorfismo também se podem formar fluidos.
Tempo
A determinação do tempo de metamorfismo apoia-se em métodos de datação radioactiva e em critérios estratigráficos. Neste sentido, a duração do metamorfismo não pode ultrapassar o período compreendido entre a idade da formação mais antiga que o sofre e a da formação mais recente que já o não sofre ou que contém mineis ou rochas com esse metamorfismo. A importância do tempo no metamorfismo manifesta-se bem na influência que tem sobre a obtenção de equilíbrio nas reacções químicas. Somente a longa duração do processo de reorganização mineralógica torna possível que as reacções químicas se verifiquem de modo a obter associações de fases em equilíbrio, o caso frequente das rochas metamórficas.
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